quinta-feira, 4 de novembro de 2010

RESUMO DO PRÓLOGO, D. QUIXOTE DE LA MANCHA DE MIGUEL DE CERVANTES

O autor confessa que não quer pedir ao leitor que o desculpe das faltas que encontrar na sua obra. Para os pais, os filhos não têm defeitos devido ao amor que nutrem por eles, mas o leitor não é parente da sua obra ou melhor, de Dom Quixote, nem sequer este é filho do autor mas enteado.
Confessa também que quereria apresentar a obra sem qualquer prefácio e que lhe está a custar mais fazê-lo do que lhe custou elaborar a história.
Queixa-se então a um amigo que o visita, de não saber como elaborar o seu prefácio nem de saber fazer o mais que é costume acontecer nos livros: notas à margem, citações de filósofos e santos, sonetos, epigramas, elogios, lista de autores consul-tados...
O amigo dá-lhe conselhos dizendo-lhe para fazer como os outros que inserem poemas seus e os atribuem a outrem porque ninguém se dá ao trabalho de investigar, para incluir citações fáceis de obter (de preferência em latim) e para incluir também uma lista de autores, retirada de um catálogo, dizendo que foram consultados para a obra.
Acrescenta que o livro não carece porém de nenhuma destas coisas pois é uma invectiva contra os livros de cavalarias.
Remata o autor dizendo que inserirá as graças escudeirais que abundam nesses livros ocos que se encontram amplamente espalhados.


Resumido em 2005
Revisto e impresso em 2009
por Manuel Eduardo Dias Mendes de Oliveira

E se em vez do carro e do avião, o estado usasse a videoconferência para reuniões?

A tecnologia já se disseminou pelas empresas e famílias portuguesas. Um deputado do PS incita o Estado a fazer o mesmo.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ainda se lembram do Tonho da Aldeia...Que costumava dizer” Agora vou cantar, vou cantar uma cantiginha…etc”


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Assim define Platão na República

Platão define o homem justo no seu livro “A República”: justo é ser bom e sábio para consigo próprio e para os demais na vida em sociedade. Com estas palavras, o filósofo grego defendia a ideia de que o bom cidadão é aquele que sabe seu lugar na sociedade, buscando o que é bom para si próprio, mas que, ao mesmo tempo, busca agir da maneira mais correta no âmbito da coletividade, fundamentando-se, para tanto, no conhecimento que tem sobre a sociedade. Não basta buscar a satisfação de seu bem-estar individual: só é um bom cidadão aquele que se preocupa com o âmbito público da sua sociedade.

domingo, 24 de outubro de 2010

FAR...AWAY

Faraway inside of you
is a dream you can't forget
close your eyes and feel
believe
faraway is sometimes
much more closer that it seems to be



If you like you can see my work