O autor confessa que não quer pedir ao leitor que o desculpe das faltas que encontrar na sua obra. Para os pais, os filhos não têm defeitos devido ao amor que nutrem por eles, mas o leitor não é parente da sua obra ou melhor, de Dom Quixote, nem sequer este é filho do autor mas enteado.
Confessa também que quereria apresentar a obra sem qualquer prefácio e que lhe está a custar mais fazê-lo do que lhe custou elaborar a história.
Queixa-se então a um amigo que o visita, de não saber como elaborar o seu prefácio nem de saber fazer o mais que é costume acontecer nos livros: notas à margem, citações de filósofos e santos, sonetos, epigramas, elogios, lista de autores consul-tados...
O amigo dá-lhe conselhos dizendo-lhe para fazer como os outros que inserem poemas seus e os atribuem a outrem porque ninguém se dá ao trabalho de investigar, para incluir citações fáceis de obter (de preferência em latim) e para incluir também uma lista de autores, retirada de um catálogo, dizendo que foram consultados para a obra.
Acrescenta que o livro não carece porém de nenhuma destas coisas pois é uma invectiva contra os livros de cavalarias.
Remata o autor dizendo que inserirá as graças escudeirais que abundam nesses livros ocos que se encontram amplamente espalhados.
Resumido em 2005
Revisto e impresso em 2009
por Manuel Eduardo Dias Mendes de Oliveira
Rádio Cova da Beira - Ouvir
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
E se em vez do carro e do avião, o estado usasse a videoconferência para reuniões?
A tecnologia já se disseminou pelas empresas e famílias portuguesas. Um deputado do PS incita o Estado a fazer o mesmo.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Uma visita a Penamacor pela mão da Catarina Furtado e do avô, que faleceu há dias.
Clique no título para recordar...
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Assim define Platão na República
Platão define o homem justo no seu livro “A República”: justo é ser bom e sábio para consigo próprio e para os demais na vida em sociedade. Com estas palavras, o filósofo grego defendia a ideia de que o bom cidadão é aquele que sabe seu lugar na sociedade, buscando o que é bom para si próprio, mas que, ao mesmo tempo, busca agir da maneira mais correta no âmbito da coletividade, fundamentando-se, para tanto, no conhecimento que tem sobre a sociedade. Não basta buscar a satisfação de seu bem-estar individual: só é um bom cidadão aquele que se preocupa com o âmbito público da sua sociedade.
domingo, 24 de outubro de 2010
FAR...AWAY
Faraway inside of you
is a dream you can't forget
close your eyes and feel
believe
faraway is sometimes
much more closer that it seems to be
If you like you can see my work
is a dream you can't forget
close your eyes and feel
believe
faraway is sometimes
much more closer that it seems to be
If you like you can see my work
domingo, 17 de outubro de 2010
«Para quando um depoimento destes na nossa AR?Observem o silêncio que se fez enquanto a Deputada discursava!!!
Clique no título para ver video...
