Rádio Cova da Beira - Ouvir
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
in memória, Jornal Reconquista. O tempo passou... Mas, a lembrança logo é quebrada...
O ano de 2010 marca a passagem dos 500 anos da doação da carta de foral a Bemposta, que ocorreu a 1 de junho de 1510 no mesmo dia que é concedida à Vila de Penamacor. Um marco importante na construção da lógica territorial do Concelho e que assinala o reconhecimento administrativo pelo Rei D. Manuel I, e cuja autonomia fiscal, jurídica e administrativa é, desta forma, institucionalizada com a doação destes forais. Estes documentos ocupam assim um lugar de grande importância na história do Concelho de Penamacor, pois permite-nos perceber como decorria a vida das populações na época Quinhentista, contendo fiéis descrições dos produtos agrícolas da época e dos modos de vivência do povo, entre outras. Dada a sua importância e autonomia a Bemposta foi sede de concelho até 1836, quando foi extinto o município pela Rainha D.Maria II, para ser primeiramente integrado em Monsanto, e mais tarde (1848) em Penamacor. Desta perdida autonomia ainda permanece o pelourinho, antiga Casa da Câmara, tribunal e prisão, que ainda hoje se erguem num largo central da povoação, junto à Capela do Espírito Santo (século XVIII) e à Torre Sineira (possivelmente uma antiga Torre de Menagem medieval). O monumento original foi erguido em data incerta, sendo de supor que datasse da concessão de foral manuelino. Desta forma, o foral concedido a Bemposta por D.Manuel I deve ser motivo de valorização e honrar, não só a história mas, também, o património que esta terra encerra.
Daniel Lopes
terça-feira, 29 de março de 2011
Como disse o poeta “O SONHO COMANDA A VIDA… SEMPRE QUE UM HOMEM SONHA O MUNDO PULA E AVANÇA”...
tal como no primeiro dia em que comecei a fazer politica, continuo a sonhar e a desejar fazer mais pelos outros e continuar a alimentar a minha Paixão pela minha terra. Depois de muitos avanços e recuos, consegui reunir outras pessoas que tal como eu, sonham...
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Daniel Lopes, responde as acusações do Presidente da Junta de Freguesia da Bemposta, Luís Tomé
De alguma forma, não me senti espantado pela resposta dada pelo Senhor Presidente da junta de freguesia da Bemposta, isto é, o que este senhor escreveu, ultrapassa os limites da democracia. O exercício democrático é por si só um movimento de cidadania e participação activa na sociedade. Os interesses privados não devem sobrepor aos interesses legais que nos regem democraticamente. Não se pode acusar de forma gratuita uma pessoa que combate os interesses da Bemposta em vez dos interesses particulares. Tais infâmias degradem a dignidade e o respeito por quem de forma honesta e verdadeira revela as imperfeições de um executivo que já se esqueceu do verdadeiro sentido do que é prestar um bom serviço público.
Relativamente às acusações que me proferem, onde dizem que em 2008 tentei agredir o secretário da junta de freguesia, porque não participaram tal ocorrência às autoridades competentes? Infelizmente, os papéis inverteram-se, porque fui eu que senti a minha a minha integridade física e moral ameaçada, quando na última assembleia o senhor tesoureiro aproveitou o facto da minha colega de bancada estar ausente, e insultou-me e ameaçou-me dentro e fora da junta de freguesia, acto este, que participei à GNR e onde aguardo a avaliação do Tribunal de Penamacor.
Pois V. Excelências já não se lembram que tanta coincidência existiu na marcação das Assembleias de Freguesia que por mero acaso ocorreram com as da Assembleia Municipal? Para além disso o mesmo atestado de residência que apresentei na Assembleia Municipal que comprova a minha morada em Castelo Branco, documento este, que serve de justificação para que me seja retribuída as despesas de deslocação foi o mesmo que apresentei na Assembleia de Freguesia?
Quanto ao Senhor Presidente da Assembleia de Freguesia, é muito fácil falar em falta de respeito nos jornais, torna-se bem mais difícil quando a demagogia e a falta de frontalidade imperam nas funções que o senhor detém como presidente da assembleia. Aproveito este momento para convidar toda a população a assistir às Assembleias de Freguesia, onde poderão comprovar a ineficácia daquilo que afirmo anteriormente.
A única coisa que me interessa é que a minha terra saia do marasmo em que se encontra. Eu proponho projectos de contribuição nas áreas da cultura, planeamento e acção social. Constitui objectivo do meu projecto contribuir para a revitalização da nossa terra a execução de um plano de intervenção, onde se projectam cenários de atracção e fixação de jovens. Para além de investidores que queiram apostar na nossa terra, dando a possibilidade de potenciar actividades tradicionais como por exemplo aproveitamento das tradições e dos saberes ancestrais das nossas gentes, que cada vez são menos e são eles um património vivo que esta a terminar. De entre essas acções cabe a requalificação das típicas casas de granito, Criação de infra-estruturas de lazer, requalificação de espaços e monumentos, dinamização cultural, tudo isto com o propósito de viabilizar novas funções, designadamente turísticas, para sectores ligados às microempresas a operar nas áreas do comércio, restauração, alojamento e artesanato. Hoje, estamos perante um novo tipo de aldeias “ Aldeias históricas, aldeias do granito” criadas par um novo tipo de habitante e no contexto de uma nova ruralidade. Cada vez é mais comum no nosso país e na nossa região no âmbito de políticas de desenvolvimento regional, nas quais emerge a ideia de revitalização destes espaços para fins de pendor turístico.
A freguesia de Bemposta deve ambicionar mais como qualquer outra que o desenvolvimento se faça, e ali cresçam obras e projectos que contribuam para o seu engrandecimento.
Deputado da Assembleia Freguesia da Bemposta
Relativamente às acusações que me proferem, onde dizem que em 2008 tentei agredir o secretário da junta de freguesia, porque não participaram tal ocorrência às autoridades competentes? Infelizmente, os papéis inverteram-se, porque fui eu que senti a minha a minha integridade física e moral ameaçada, quando na última assembleia o senhor tesoureiro aproveitou o facto da minha colega de bancada estar ausente, e insultou-me e ameaçou-me dentro e fora da junta de freguesia, acto este, que participei à GNR e onde aguardo a avaliação do Tribunal de Penamacor.
Pois V. Excelências já não se lembram que tanta coincidência existiu na marcação das Assembleias de Freguesia que por mero acaso ocorreram com as da Assembleia Municipal? Para além disso o mesmo atestado de residência que apresentei na Assembleia Municipal que comprova a minha morada em Castelo Branco, documento este, que serve de justificação para que me seja retribuída as despesas de deslocação foi o mesmo que apresentei na Assembleia de Freguesia?
Quanto ao Senhor Presidente da Assembleia de Freguesia, é muito fácil falar em falta de respeito nos jornais, torna-se bem mais difícil quando a demagogia e a falta de frontalidade imperam nas funções que o senhor detém como presidente da assembleia. Aproveito este momento para convidar toda a população a assistir às Assembleias de Freguesia, onde poderão comprovar a ineficácia daquilo que afirmo anteriormente.
A única coisa que me interessa é que a minha terra saia do marasmo em que se encontra. Eu proponho projectos de contribuição nas áreas da cultura, planeamento e acção social. Constitui objectivo do meu projecto contribuir para a revitalização da nossa terra a execução de um plano de intervenção, onde se projectam cenários de atracção e fixação de jovens. Para além de investidores que queiram apostar na nossa terra, dando a possibilidade de potenciar actividades tradicionais como por exemplo aproveitamento das tradições e dos saberes ancestrais das nossas gentes, que cada vez são menos e são eles um património vivo que esta a terminar. De entre essas acções cabe a requalificação das típicas casas de granito, Criação de infra-estruturas de lazer, requalificação de espaços e monumentos, dinamização cultural, tudo isto com o propósito de viabilizar novas funções, designadamente turísticas, para sectores ligados às microempresas a operar nas áreas do comércio, restauração, alojamento e artesanato. Hoje, estamos perante um novo tipo de aldeias “ Aldeias históricas, aldeias do granito” criadas par um novo tipo de habitante e no contexto de uma nova ruralidade. Cada vez é mais comum no nosso país e na nossa região no âmbito de políticas de desenvolvimento regional, nas quais emerge a ideia de revitalização destes espaços para fins de pendor turístico.
A freguesia de Bemposta deve ambicionar mais como qualquer outra que o desenvolvimento se faça, e ali cresçam obras e projectos que contribuam para o seu engrandecimento.
Deputado da Assembleia Freguesia da Bemposta
Daniel Lopes
Resposta enviada para o Jornal Reconquista